xmlns:og='http://ogp.me/ns#' Panorama News: Política
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de setembro de 2015


SEGUNDA-FEIRA, 28 DE SETEMBRO


O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, confirmou na tarde desta segunda-feira (28) que os salários dos servidores públicos vinculados ao Executivo estadual referentes a setembro serão pagos integralmente. Por meio do Twitter, Sartori descartou um parcelamento semelhante ao que ocorreu nos últimos dois meses nesta quarta-feira (30).

"Informo que o salário de setembro do funcionalismo público será creditado integralmente na próxima quarta", escreveu o governador na rede.

Sartori informou os números da folha de pagamento do Executivo, de R$ 950 milhões líquidos, além de R$ 55,7 milhões referentes a fundações e autarquias. Ao todo, são 348 mil matrículas.

O secretário da Fazenda, Giovani Feltes, já havia afirmado que a ampliação para 95% do limite para saques dos depósitos judiciais viabilizará "tão somente" o pagamento da folha de setembro. A declaração foi dada na manhã do dia 23, quarta-feira da semana passada. A medida havia sido aprovada na madrugada anterior após uma longa sessão na Assembleia Legislativa.

"Sei que é uma obrigação do Estado, mas a situação de emergência financeira gerou o parcelamento dos últimos meses", escreveu o governador.

O governador destacou que, além das medidas aprovadas pela Assembleia, outras ações do governo para conter despesas e evitar a sonegação de impostos viabilizarão o pagamento integral da folha de setembro. No entanto, ele afirma que a crise que atinge o estado está longe de ser resolvida.

"Nos próximos meses, a gravidade financeira permanece. Mas vamos continuar agindo com responsabilidade no enfrentamento da crise", disse.

Em relação ao possível corte no ponto de grevistas, o governador destacou que o secretário estadual de educação, Vieira da Cunha, "tem legitimidade" para negociar com representantes do magistério. "Nossa principal motivação é garantir o direito das famílias e dos alunos a terem integralmente recuperadas suas aulas", destacou.

A crise que atinge as finanças do Rio Grande do Sul levou o governo a parcelar os salários dos servidores estaduais referentes a julho e agosto deste ano, o que provocou protestos e paralisações em todo o estado. No mês passado, a medida afetou todos os servidores, que receberam R$ 600 no dia 31. A parcela seguinte, de R$ 800, foi paga em 11 de setembro. O pagamento foi concluído no dia 22, terça-feira da semana passada.

No mesmo dia, a Assembleia analisou a proposta que aumenta as alíquotas do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e ampliação de 85% para 95% do limite de saques dos depósitos judiciais, pagamentos feitos em juízo por terceiros até a conclusão de uma disputa na Justiça. Com a aprovação, o governo pode sacar de imediato cerca de R$ 1 bilhão dessas contas e pagar os salários dos servidores.

Foto: Divulgação

sábado, 19 de setembro de 2015


SÁBADO, 19 DE SETEMBRO



A página do CRPO Serra Brigada Militar cumpriu o papel de informar para a sociedade, a presença do boneco pixuleco/Lula inflado no centro da cidade. Por tal, foram duramente repreendidos, ao ponto de precisarem remover a postagem.

A publicação estava imparcial e com objetivo unicamente informativo. Repressão não vem só da ditadura. Repressão se faz presente em toda forma degoverno que limita a liberdade dos meios.

Com a destruição do boneco, vemos também que a intolerância não está apenas nos militantes de direita. A esquerda se mostra inflexível e repressiva aos protestos e demonstrações de desagrado.

O boneco será remendado com facilidade. Os danos causados pela corrupção e ferimentos à democracia, não irão sarar tão fácil.

Texto: Paulo Pasa
Foto: Jackson Cardoso


quarta-feira, 8 de outubro de 2014


QUARTA-FEIRA, 08 DE OUTUBRO


Programas dos candidatos à Presidência recomeçam quinta à noite (09). Partidos que disputam o Piratini acertaram para o sábado (11) a volta da propaganda eleitoral.

Na TV e no rádio
A propaganda de rua já está liberada novamente?
Sim, desde ontem, quando foram promulgados os resultados da votação de domingo. As regras são as mesmas do primeiro turno. A propaganda deve ser espontânea e gratuita, sendo proibido qualquer tipo de pagamento em troca de espaço.

Quando o horário eleitoral recomeça no rádio e na TV?
Para presidente, amanhã à noite. Para o governo do Estado, deverá ser no sábado, caso o TRE confirme o acordo dos partidos.

Quais são os horários? Qual é a duração da propaganda eleitoral?
No rádio, os blocos serão veiculados das 7h às 7h40min e das 12h às 12h40min. Os primeiros 20 minutos são dos presidenciáveis, e os 20 restantes dos candidatos a governador. Na TV, as propagandas irão ao ar das 13h às 13h40min e das 20h30min às 21h10min, seguindo a mesma divisão de tempo do rádio. A propaganda eleitoral de TV e rádio no Rio Grande do Sul terá duração total diária de 220 minutos, somando programas e inserções.

Quanto tempo tem cada candidato?
Os políticos em disputa terão o mesmo tempo de exposição na TV e no rádio. São 10 minutos cada, por programa.

Até quando vai ao ar?
24 de outubro.

O que pode
A veiculação de propaganda é permitida em bens particulares, por meio de faixas, placas, cartazes, pinturas ou inscrições, desde que não excedam quatro metros quadrados.

Nas calçadas, é permitida a colocação de cavaletes, bonecos, cartazes, mesas para distribuição de material de campanha e bandeiras, desde que sejam móveis e não dificultem o trânsito de pessoas e veículos, em distância igual ou superior a 1,5 metro do meio-fio. O último dia para a propaganda política em comícios ou reuniões públicas, como carreatas, é o dia 25.

O que não pode

Utilização de bens cujo uso dependa estritamente de cessão ou permissão do poder público.

A propaganda também é vetada em espaços de uso comum, como cinemas, clubes, lojas, centro comerciais, templos, ginásios e estádios, ainda que de propriedade privada.

Também não podem ser usados postes de iluminação e sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes e paradas de ônibus. Nesses locais, é proibida a veiculação de propaganda de qualquer natureza, inclusive inscrição a tinta, fixação de placas, estandartes, faixas e assemelhados.

Respostas ao eleitor


Não pude justificar ausência no primeiro turno. O que eu faço?

O eleitor que estava fora de seu domicílio eleitoral no dia do primeiro turno e não justificou a ausência no último domingo em algum dos locais de votação ainda pode se regularizar. Para isso, deve ir pessoalmente a qualquer cartório eleitoral e procurar orientações para preencher o requerimento de justificativa. Para o primeiro turno, o prazo vai até 4 de dezembro. Se o requerimento for entregue com dados incorretos ou que não permitam a identificação do eleitor, não será considerado válido para justificar a ausência nas urnas.

Não pude justificar ausência no primeiro turno. Posso votar no segundo turno?
Sim. O primeiro e o segundo turnos são consideradas eleições independentes.

Não pude justificar ausência no primeiro turno. E também não conseguirei justificar no segundo turno. Quais são os prazos para minha regularização?
O eleitor tem até 60 dias para justificar a ausência em cada turno. Para o primeiro, o prazo final é 4 de dezembro. Para o segundo, 25 de dezembro. Siga as orientações da primeira pergunta.

Justifiquei ausência no primeiro turno. Se não puder votar no segundo turno, preciso fazer nova justificativa?
Sim. O primeiro e o segundo turnos são eleições independentes. Portanto, é necessária uma justificativa para cada votação. Quem estiver fora de seu domicílio eleitoral pode justificar ausência no segundo turno indo a qualquer local de votação no dia da eleição, em 26 de outubro.

Estive fora do Brasil no dia da eleição. Como faço para justificar minha ausência?
O prazo para justificar ausência no Exterior é de 30 dias contados a partir do retorno ao país. Para isso, o eleitor deverá apresentar documentos que comprovem suas datas de deslocamento e de retorno ao país. Siga as orientações da primeira pergunta.

Quem não votou em trânsito no primeiro turno pode se cadastrar para o segundo?
Não é mais possível. O eleitor que não se cadastrou para essa modalidade de voto até agora não poderá fazê-lo para o segundo turno porque o prazo de cadastramento para o voto em trânsito em ambas as datas encerrou-se em 15 de agosto. No voto em trânsito, o eleitor opta por votar fora do seu domicílio eleitoral para primeiro e/ou segundo turnos, somente para presidente da República e apenas nas capitais dos Estados, em urnas especialmente instaladas para esse fim.

Quais são as penalidades previstas para quem não justificar ausência?
O eleitor nessa situação fica sujeito ao pagamento de multa e não pode obter passaporte, carteira de identidade, receber salários de função ou emprego público, participar de concorrência pública, obter certos tipos de empréstimos e se inscrever em concurso ou prova para cargo ou função pública. O eleitor que se abstiver de votar em três eleições consecutivas terá sua inscrição cancelada automaticamente, salvo se houver apresentado justificativa para a falta ou efetuado o pagamento de multa.

Sou eleitor de uma cidade onde há segundo turno, mas estarei onde não haverá segundo turno. Como justifico?
Mesmo onde não haverá segundo turno, serão instaladas mesas receptoras de justificativa eleitoral. O eleitor deverá comparecer aos locais destinados ao recebimento, entre 8h e 17h, com o formulário Requerimento de Justificativa Eleitoral preenchido, com seu título de eleitor ou qualquer documento de identificação com foto.



terça-feira, 7 de outubro de 2014


TERÇA-FEIRA, 07 DE OUTUBRO


Os partidos da coligação de Ana Amélia Lemos (PP), terceira colocada na disputa ao Piratini com 21,79% dos votos, decidiram no início da tarde desta terça-feira que irão apoiar Aécio Neves (PSDB) e José Ivo Sartori (PMDB) no segundo turno das eleições aos governos federal e estadual, respectivamente.

A reunião, que começou ainda pela manhã, ocorreu a portas fechadas e contou com a presença dos presidentes dos quatro partidos integrantes da coligação "Esperança que Une o Rio Grande": Celso Bernardi, do PP, Adilson Troca, do PSDB, Cláudio Janta, do Solidariedade, e Carlos Gomes, do PRB.

A nota publicada pelas siglas afirma que a intenção é acompanhar "a vontade de mudança manifestada nas urnas pela ampla maioria dos eleitores gaúchos".

"Reconhecimento no Rio Grande do Sul, a mudança esta representada, neste segundo turno, pelos projetos liderados pelas candidaturas de Aécio Neves e Sartori. (...) Com a mesma coerência, os partidos signatários levarão às suas instâncias partidárias, especialmente às bancadas federal, estadual, prefeitos, vices e vereadores, o indicativo de apoio ao candidato Sartori, que representa o projeto mais identificado com as propostas que defendemos", diz a nota.

A decisão do PP de Ana Amélia de apoiar Sartori no segundo turno é divulgada um dia depois de a direção executiva do PDT, do candidato ao Piratini Vieira da Cunha, também ter anunciado o indicativo de apoio ao peemedebista no segundo turno da eleição ao Palácio Piratini.


segunda-feira, 6 de outubro de 2014


SEGUNDA-FEIRA, 06 DE OUTUBRO


A polarização entre PT e PSDB vai permanecer na disputa pela Presidência da República. O segundo turno entre Dilma Rousseff e Aécio Neves vai ser decidido no dia 26 de outubro.

Com 99,12% das urnas apuradas até às 21h31min, Dilma ficou em primeiro com 41% e Aécio em segundo com 33%. Marina Silva (PSB) ficou na terceira colocação com 21%, seguida pela Luciana Genro com 1%.

Os demais candidatos à presidência Pastor Everaldo (PSC), Eduardo Jorge (PV), Levy Fidelix (PRTB), Zé Maria (PSTU), Eymael (PSDC), Mauro Iasi (PCB) e Rui Costa Pimenta tiveram menos de 1% de votos válidos.



SEGUNDA-FEIRA, 06 DE OUTUBRO


O jornalista Lasier Martins (PDT) foi eleito senador no RS, com 37% dos votos válidos. Até às 21h33min, 99,98% das urnas já haviam sido apuradas.

Lasier derrotou Olívio Dutra (PT) que teve 35%, Pedro Simon (PMDB) 16%, Simone Leite 10% e os demais candidatos Julio Flores (PSTU), Ciro Machado (PMN) e Gold (PRP) tiveram menos de 1% de votos válidos.

Natural de General Câmara, Lasier Martins, estreia na política com 72 anos, e ele também é o primeiro senador gaúcho a ser eleito pelo PDT.





SEGUNDA-FEIRA, 06 DE OUTUBRO


O segundo turno do Rio Grande do Sul vai ser decidido entre José Ivo Sartori (PMDB) e Tarso Genro (PT). 99,97% das urnas já haviam sido apuradas, até às 21h28min.

Na eleição do primeiro turno deste domingo (05) Sartori ficou em primeiro lugar com 40% dos votos e em segundo, Tarso com 32%. Ana Amélia Lemos (PP) ficou na terceira colocação com 21%, seguida pelo Viera da Cunha (PDT) com 4%, e os demais candidatos Roberto Robaina (PSOL), Estivalete (PRTB) e Humbeto Carvalho (PCB) tiveram menos de 1% de votos válidos.

A eleição para decidir o governo do Rio Grande do Sul vai ocorrer no domingo, 26 de outubro.



sábado, 4 de outubro de 2014


SÁBADO, 04 DE OUTUBRO
 



Pesquisa Datafolha divulgada na tarde deste sábado (04) mostra Tarso Genro (PT) na liderança, com 36% dos votos válidos (descontados brancos e nulos), seguido por Ana Amélia Lemos (PP) e José Ivo Sartori (PMDB), empatados com 29%.

Tarso oscilou dois pontos para baixo em relação ao levantamento anterior, com entrevistas realizadas quarta e quinta-feira. Ana Amélia manteve a tendência de queda verificada nas duas rodadas anteriores e recuou de 32% para 29%.

Em tendência oposta, Sartori passou de 26% para 29% das intenções de voto. Como são necessários 50% mais um dos votos válidos para vencer no primeiro turno, a tendência é de confirmação do segundo turno no Estado. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Vieira da Cunha (PDT) tem 4%, Robaina (PSOL), 1%, e os demais não atingiram 1% cada um. Quando se contabilizam os votos totais, o contingente de quem pretende votar em branco ou nulo é de 4%, e os indecisos são 10%.

Nas simulações de segundo turno, Tarso empata com Ana Amélia e com José Ivo Sartori. O petista tem 51% dos votos válidos contra 49% da representante do PP, enquanto aparece numericamente empatado em 50% com o peemedebista. Na simulação entre Sartori e Ana Amélia, ele fica com 55%, e ela, 45%.

O levantamento foi realizado de 3 a 4 de outubro e ouviu 1.886 eleitores, em 54 municípios, com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos considerando um nível de confiança de 95%. Isso significa que, se fossem realizados cem levantamentos com a mesma metodologia, em 95 os resultados estariam dentro da margem de erro. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos RS-00026/2014 e BR-01037/2014.


Fonte: Datafolha 

 

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

SEXTA-FEIRA, 03 DE OUTUBRO


Conforme pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, Tarso Genro (PT) passou Ana Amélia Lemos (PP) na disputa ao governo do Estado, mas os dois candidatos ainda se mantêm em empate técnico. O petista tem 32% (um ponto percentual a mais do que o levantamento realizado na semana passada), enquanto a senadora caiu três pontos em relação à última pesquisa e aparece com 28%

Já  José Ivo Sartori (PMDB) cresceu nas intenções de voto. O ex-prefeito de Caxias do Sul subiu seis pontos percentuais, passando de 17% para 23%. Levando em consideração a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, o candidato está em empate técnico com Ana Amélia.

Vieira da Cunha (PDT) se manteve com 2%, e Roberto Robaina (PSOL) segue estável com 1%. Estivalete (PRTB) e Humberto Carvalho (PCB) não alcançaram 1%. Brancos e nulos representam 3%, e 11% não souberam ou não responderam.

Considerando apenas os votos válidos da pesquisa, o Rio Grande do Sul terá segundo turno nas eleições deste ano. Na amostra, que exclui brancos, nulos e eleitores que se declararam indecisos, Tarso tem 38% das intenções de voto — mesmo resultado do levantamento anterior —, contra 32% de Ana Amélia — que tinha 38%. Sartori aparece na terceira colocação com 26%. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Senadora aparece à frente de Tarso no 2º turno

O Datafolha simulou um segundo turno entre Ana Amélia e Tarso. Neste cenário, a senadora venceria a eleição com 44% das intenções, contra 41% do governador. A senadora se manteve estável em relação ao levantamento da semana passada. Já o governador subiu na pesquisa: tinha 40% na anterior.

Em um eventual segundo turno entre Tarso e Sartori, o candidato do PMDB ganharia a eleição com 45% das inteções de voto, contra 40% do petista. É a primeira vez que o instituto simula o cenário entre os dois candidatos. Em um terceiro cenário, entre Ana Amélia e Sartori, o peemedebista também venceria a eleição: ele aparece com 41%, e a senadora tem 38%.

O levantamento foi realizado nos dias 1º e 2 de outubro. Foram feitas 1.358 entrevistas em 54 municípios, e a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pelo Grupo RBS e pelo jornal Folha de S. Paulo. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com os números RS-00023/2014 e BR-00933/2014.



quarta-feira, 24 de setembro de 2014


QUARTA-FEIRA, 24 DE SETEMBRO


A Fiscalização da Justiça Eleitoral de Caxias do Sul recolheu no final da tarde desta quarta-feira (24), aproximadamente, 40 cavaletes eleitorais. O material estava no canteiro da perimetral norte, próximo a rótula que dá acesso a rua Humberto de Campos.

Segundo a Fiscalização, os cavaletes estavam atrapalhando a visibilidade dos motoristas que utilizam a rótula. No acordo firmado no dia 30 de julho, entre os partidos e a Justiça Eleitoral de Caxias do Sul foi definido que não era permitida a colocação de cavaletes neste trecho.

Após o recolhimento dos cavaletes, o material foi destruído pela Codeca.

Foto: Douglas Barreto / Rádio Gaúcha


segunda-feira, 15 de setembro de 2014


SEGUNDA-FEIRA, 15 DE SETEMBRO


A juíza Carina Paula Chini Falcão, de Vacaria, julgou procedente uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público e determinou o afastamento do prefeito de Vacaria, Elói Poltronieri. Além de suspensão dos direitos políticos por cinco anos, ressarcimento dos cofres públicos em R$ 19 mil e multa. A condenação em primeira instância refere-se à impressão de informativos da prefeitura nos meses de junho, julho e agosto de 2012.O prefeito ainda não foi notificado, mas afirma que vai recorrer. Se recorrer assim que for notificado, o prefeito não precisa deixar o cargo.

No início do ano passado, o prefeito e a vice deixaram o cargo devido a uma ação no Tribunal Regional Eleitoral referente à impressão desses mesmos informativos. Em janeiro de 2013, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) cassou os mandatos do prefeito e da vice-prefeita Vera Mercelja. A ação foi movida pela coligação Juntos Por Vacaria, da chapa contrária a do prefeito.O prefeito e a vice deixaram o cargo e o presidente da Câmara de Vereadores assumiu. Uma nova eleição chegou a ser marcada.

Em fevereiro de 2013, o prefeito obteve uma liminar que garantia que ele e a vice voltassem ao cargo até que a ação fosse julgada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em dezembro do mesmo ano, o TSE reverteu a cassação. Por maioria de votos, os ministros consideraram que os folhetos distribuídos pela prefeitura de Vacaria em junho de 2012 continham apenas informações sobre obras feitas no município, sem fazer promoção pessoal do prefeito, menção a eventual candidatura ou à eleição.

No entanto, o Tribunal manteve a multa de R$ 50 mil ao prefeito por entender que a publicidade institucional da prefeitura se estendeu além do dia 6 de julho daquele ano, entrando no período de três meses antes da eleição. Nesse período,a propaganda institucional é proibida.

Na ação da justiça comum, apenas o prefeito é réu.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014


QUINTA-FEIRA, 04 DE SETEMBRO

Presidenciável cumpre agenda no salão da Igreja dos Capuchinhos


A candidata à presidência da República, Marina Silva (PSB), estará em Caxias do Sul, a partir das 20h desta quinta-feira (04). Ela passa o dia em Porto Alegre, na Expointer, e após, segue para Caxias do Sul acompanhada do vice na chapa, o gaúcho Beto Albuquerque (PSB) e do ex-prefeito e candidato a governador José Ivo Sartori, além do candidato ao senado Pedro Simon (PMDB). Conforme o presidente municipal do PSB, o grupo que irá receber a candidata é de 2 mil pessoas, que ouvirão Marina durante jantar no salão dos Capuchinhos. Na agenda, ela permanece na cidade por algumas horas até retornar à capital. O candidato do PSDB, Aécio Neves, estaria em Caxias do Sul no próximo dia 5 na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC), mas a agenda foi cancelada.


terça-feira, 26 de agosto de 2014


TERÇA-FEIRA, 26 DE AGOSTO


O aguardadíssimo resultado da pesquisa Ibope que o Jornal Nacional divulgará hoje vai mostrar um novo avanço de Marina Silva. Pela pesquisa, Marina está empatada tecnicamente com Dilma Rousseff no primeiro turno, considerando a margem de erro de 2%.

A pesquisa mostrará Dilma Rousseff entre 31% e 32%, Marina entre 27% e 28% e Aécio Neves entre 18% e 20%.

No segundo turno, Marina aparecerá com dois dígitos à frente de Dilma.

A pesquisa foi feita pelo Ibope entre 23 e hoje. Foram entrevistados 2506 eleitores.


terça-feira, 19 de agosto de 2014


TERÇA-FEIRA, 19 DE AGOSTO


Beto Albuquerque será o candidato a vice-presidente na chapa de Marina Silva. O deputado gaúcho (PSB-RS) deixa a candidatura ao Senado. Beto era o líder do PSB na Câmara Federal e aliado próximo de Eduardo Campos.

No último dia (13), quando soube da morte de Eduardo Campos, o então candidato ao Senado e um dos principais líderes do PSB no Rio Grande do Sul, Beto Albuquerque, chorou. Albuquerque estava em evento da Federasul quando foi informado da tragédia. "Não acredito", disse.

Para Beto, Eduardo Campos era uma das mais importantes lideranças políticas do País.


Fonte


segunda-feira, 18 de agosto de 2014


SEGUNDA-FEIRA, 18 DE AGOSTO


No ano de 2005, um vidente previu a data, local e a circunstância da morte do candidato a presidência Eduardo Campos. Jucelino Nóbrega da Luz enviou uma carta ao então governador de Pernambuco, relatando a premonição, e a registrou em cartório.

Na carta, o vidente afirma que Campos sofrerá um acidente aéreo no dia 13 de agosto de 2014, em Santos. Ele diz ainda que o ex-governador de Pernambuco seria o candidato a presidência em 2014 e o acidente seria motivado por uma sabotagem.

Jucelino, 51 anos, é conhecido em todo o mundo pelo alto grau de acerto de suas previsões.

Veja a transcrição da carta:

Venho mui respeitosamente, pedir que me escute porque teremos um acidente da TAM em São Paulo JJ 3054 e esse é um sinal que sua vida estará em risco e uma sabotagem vai derrubar seu avião em Santos com avião labace 2012, em 13/08/2014. Deverá ter muito cuidado, pois será candidato a presidente em 2014. Seu avião será sabotado e poderá ter outro acidente da TAM EM 26/11/2014.
Espero estar errado.
Jucelino Nóbrega 15/06/2005.


Fonte

sexta-feira, 15 de agosto de 2014


SEXTA-FEIRA, 15 DE AGOSTO



A Força Aérea Brasileira (FAB) informou nesta sexta-feira (15) que os dados do gravador de voz do jato que levava o candidato à presidência da República,Eduardo Campos, e sua equipe já foram analisados e não correspondem ao voo. A aeronave caiu na última quarta-feira (13) no litoral paulista, deixando sete vítimas.

De acordo com nota da FAB, os dados da caixa-preta foram analisados por quatro técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), que confirmaram não se tratar do voo feito na quarta-feira. A caixa-preta continha duas horas de áudio.

"Não é possível, até o momento, determinar a data dos diálogos registrados no CVR, tendo em vista que esse tipo de equipamento não registra essa informação. As razões pelas quais o áudio obtido não corresponde ao voo serão apuradas durante o processo de investigação", diz a nota da FAB.

Confira na íntegra a nota divulgada pela FAB:

Os dados do gravador de voz (Cockpit Voice Recorder - CVR) da aeronave PR-AFA, que se acidentou no dia 13 de agosto, já foram extraídos e analisados por quatro técnicos do Laboratório de Leitura e Análise de Dados de Gravadores de Voo (Labdata) do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA).

As duas horas de áudio, capacidade máxima de gravação do equipamento, obtidas e validadas pelos técnicos certificados, não correspondem ao voo realizado no dia 13 de agosto.

Não é possível, até o momento, determinar a data dos diálogos registrados no CVR, tendo em vista que esse tipo de equipamento não registra essa informação. As razões pelas quais o áudio obtido não corresponde ao voo serão apuradas durante o processo de investigação.

É importante ressaltar que os dados obtidos no gravador de voz representam apenas um dos elementos levados em consideração durante o processo de investigação, não sendo imprescindíveis para a identificação dos possíveis fatores contribuintes.

Brasília, 15 de agosto de 2014.

Brigadeiro do Ar Pedro Luís Farcic
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica


Foto: Cenipa / Reprodução

quarta-feira, 13 de agosto de 2014


QUARTA-FEIRA, 13 DE AGOSTO


O gravador de voz da aeronave onde estava o candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, foi encontrado. A caixa-preta, como o equipamento é conhecido, será transportada para Brasília, onde será feito download (transferência) dos dados e a degravação para apoiar futuras investigações.

De acordo com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), dez investigadores do órgão estão no local, mas não há previsão para terminar o trabalho. Além da investigação da polícia, que apura as causas e eventuais culpados pelo acidente, o Cenipa apura os fatores do acidente para futuramente emitir recomendações e prevenir novos eventos e melhorar a segurança.

Segundo o Comando da Aeronáutica, a aeronave decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao aeroporto de Guarujá, no litoral paulista. Quando se preparava para pouso, o avião arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave.

A Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os fatores que possam ter contribuído para o acidente. Além de Campos, seis pessoas morreram no acidente, ocorrido na manhã desta quarta-feira em Santos, no litoral de São Paulo.


Foto: Ricardo Nogueira / AFP / CP




QUARTA-FEIRA, 13 DE AGOSTO



Tarso Genro, governador do RS e candidato à reeleição pelo PT

“Eu estava em um evento de campanha quando soube e, imediatamente, suspendemos o evento. Fui ministro com Eduardo Campos, tínhamos relações de companheirismo. É uma grande perda humana, grande perda política. É brutal para o país, para a família, para todos os brasileiros. Não vou fazer considerações sobre decorrências para o processo político. Não é correto. Tem que ter respeito à família nesse momento. Isso [acidente] é um acontecimento dramático que pode acontecer em qualquer momento da história. Tiivemos anos atrás a morte do Fernando Ferrari, só para lembrar um. Temos de enfrentar de maneira solidária, não ferir os que foram mais atingidos, que é a sua família”.

José Fortunati, prefeito de Porto Alegre pelo PDT

"Estou triste e chocado com a morte do Eduardo Campos. Além de ser um político reto e excelente administrador público, era meu amigo há anos. Tenho certeza de que o Brasil perde muito com a morte dele, e até o debate político das eleições de 2014. Meus sinceros sentimentos às famílias de Eduardo Campos e das outras vítimas, e também a todos os brasileiros atingidos por essa tragédia", disse o prefeito em seu Twitter.

Henrique Fontana (PT-RS), líder do governo na Câmara

“Estou muito impactado, com pesar muito profundo. Convivemos bastante quando ele foi deputado federal. E depois no período dele como ministro. Sempre foi alguém que eu admirei muito, inclusive pela forma de ser, de fazer política, uma pessoa sempre alegre, de ótimo convívio. Estou muito triste, inclusive como homenagem vou suspender as minhas atividade hoje.”

Ana Amélia Lemos, senadora e candidata ao governo do RS pelo PP

"A morte de Eduardo Campos é uma tragédia para todos nós. A política brasileira perde um grande homem", afirmou a candidata pelo Twitter.

Paulo Paim (PT-RS), senador, no Twitter

"Profundamente triste e chocado com a morte do grande líder e candidato a presidente da República pelo PSB Eduardo Campos #LUTO."


José Ivo Sartori, candidato ao governo do RS pelo PMDB 

“A morte de Eduardo Campos é uma tragédia para a família dele e para todo o país. Ele era um símbolo da esperança, de uma possibilidade concreta de renovação da política no Brasil. Minha solidariedade a todos os seus familiares, ao nosso companheiro Beto Albuquerque, amigo pessoal do Eduardo, e todos do PSB. Que Deus dê força a todos nós para superarmos a perda deste grande brasileiro", escreveu Sartori na sua conta no Twitter.

Vieira da Cunha, candidato ao governo do RS pelo PDT

"Extremamente chocado e triste com a notícia da trágica morte de Eduardo Campos. Meu abraço solidário aos companheiros do PSB. Irreparável perda", escreveu em seu Twitter.

Beto Albuquerque, deputado federal e candidato ao senado pelo PSB

"Perdemos nosso maior líder! Estou arrasado, não sei o que fazer, gostaria de acreditar que nada aconteceu.Que Deus abençoe os familiares", escreveu em seu Twitter. Depois, acrescentou: "Muitas pessoas me ligando! Por favor não tenho condições de falar com ninguém, estou abalado, triste, perdi um irmão e companheiro. #Luto."

Assembleia Legislativa, em nota oficial assinada por Gilmar Sossella

"A Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, por meio de sua Mesa Diretora, manifesta seu profundo pesar pela trágica morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, candidato à Presidência da República pelo PSB, e pelas demais vítimas do gravíssimo acidente aéreo ocorrido há poucas horas, em Santos. Nossos sentimentos, em especial, às famílias e à bancada socialista no Parlamento Gaúcho. Que Deus, na sua infinita sabedoria, possa nos consolar a todos."

Luciana Genro, candidata à Presidência da República pelo PSOL

“Estou em São Paulo. Estava em uma série de atividades quando comecei a acompanhar a notícia pela internet. Foi com aperto no peito que recebi essa morte. Essa eleição se reverte em luto. Vai ser muito difícil continuar uma campanha com uma tragédia dessa. Vou a Pernambuco acompanhar o enterro e as homenagens. Minha solidariedade e tristeza. Não há diferenças políticas que se coloquem acima dessa dor e perda”, falou em entrevista à Rádio Gaúcha.



QUARTA-FEIRA, 13 DE AGOSTO


Foi confirmada no final da manhã desta quarta-feira a morte do candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, que estava na aeronave que caiu em Santos, no litoral paulista. O ex-governador de Pernambuco vinha de um voo do Rio de Janeiro que teria tentado pousar na Base Aérea de Santos por volta das 10h, mas arremeteu. 

De acordo com o Comando da Aeronáutica, a aeronave, que caiu em uma casa na altura do número 50 da Rua Vahia de Abreu, na esquina com a Rua Alexandre Herculano, no bairro do Boqueirão, é um Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, que decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao aeroporto de Guarujá (SP).

Além do candidato de Eduardo Campos, também morreram no acidente aéreo Pedro Valadares Neto, ex-deputado e assessor particular do candidato; Carlos Augusto Percol Filho, assessor de imprensa; Marcelo de Lyra, cinegrafista, e Alexandre Gomes e Silva, fotógrafo. Os pilotos da aeronave Geraldo da Cunha e Marcos Martins também faleceram.

Após o avião ter arremetido quando tentava pousar devido ao mau tempo, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave. A Aeronáutica informou que já iniciou as investigações para apurar os fatores que possam ter contribuído para o acidente.

Eduardo Campos deixa sua esposa Renata e 5 filhos.

Biografia

Nascido no Recife em 1965, Eduardo Henrique Accioly Campos entrou na faculdade aos 16 anos. Formou-se em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco aos 20 como aluno laureado e orador da turma. Ele começou a militância política ainda na Universidade, como presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Economia, em 1985. Em 1986, Eduardo trocou a possibilidade de um mestrado nos Estados Unidos pela participação na campanha que levou seu avô Miguel Arraes de volta ao governo de Pernambuco, tornando-se chefe de gabinete. Naquele momento ele iniciava uma carreira política que o levaria a ser candidato à presidência.

Como chefe de gabinete do governador Miguel Arraes, participou diretamente da criação da primeira secretaria de Ciência e Tecnologia do Nordeste, em 1987, e, em 1989, da primeira Fundação de Amparo à Pesquisa da Região, a FACEPE. Entrou para o Partido Socialista Brasileiro (PSB) em 1990 e conquistou, pelo partido, o primeiro mandato, deputado estadual. Na Assembléia Legislativa de Pernambuco, foi líder e um dos mais destacados parlamentares da bancada da oposição.

Chegada ao Congresso

Eduardo Campos chegou ao Congresso Nacional em 1994, eleito com 133 mil votos. A partir de 1995, ele exerceu o cargo de secretário do governo de Pernambuco e, em 1996, o de secretário da Fazenda. Na pasta, também participou de várias iniciativas importantes na área de Ciência e Tecnologia e apoiou o trabalho da Fundação de Amparo à Pesquisa.

Em 1998, foi reeleito para a Câmara Federal como o deputado federal mais votado do Estado. Obteve 225 mil votos. Exercendo o terceiro mandato de deputado federal, conquistado em 2002, Eduardo destacou-se no Congresso Nacional como um dos principais articuladores do governo Lula para a aprovação das reformas da Previdência e Tributária. Em 2003, Eduardo Campos foi empossado ministro de Ciência e Tecnologia. Em sua gestão, o MCT deixou de ser um órgão restrito aos interesses das comunidades científicas e acadêmicas e se transformou em um mecanismo capaz de colocar os conhecimentos dos cientistas à disposição da sociedade.

Em 2005, Eduardo Campos assumiu a presidência nacional do PSB. No início 2006, Eduardo se licenciou da presidência nacional do PSB para concorrer ao governo do Estado pela Frente Popular de Pernambuco. No dia 29 de outubro daquele mesmo ano, foi eleito governador. Em 1º de janeiro de 2007, assumiu o Palácio do Campo das Princesas. Nas últimas eleições, o presidente do PSB foi reeleito governador de Pernambuco com 82,83% dos votos válidos.

Follow me on Twitter!